Oratórios para se ver, admirar, rezar. No Maranhão.

Eu já vi uma senhora idosa ajoelhada em frente a um oratório, rezando; vi pessoas em completo estado de contemplação; outras deixam dinheiro, santinhos, bilhetes, medalhas, fotos, em oferenda, junto a estes objetos de fé. E em uma igreja? Não – em um Museu, ou Galeria, ou sala de exposição. É este o efeito das peças do acervo do Museu do Oratório de Ouro Preto (MG) provoca em todos. E agora, 57 peças estão expostas em São Luis, no Maranhão, na “Herança Africana na Arte Sacra Brasileira: Oratórios”, no Centro Cultural Vale Maranhão.

É a primeira vez que os oratórios presentes na exposição são exibidos em conjunto. São obras datadas entre os séculos XVIII e XX, a maioria procedente de Minas Gerais e da região Nordeste. Obras coletadas durante uma vida inteira pela curadora Angela Gutierrez, conhecedora da arte sacra brasileira. E que mostram a influência negra na nossa arte e cultura. Coisa para se ver, e rever. E admirar.

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