Viagem literária de Confins

Em Belo Horizonte, temos várias homenagens à literatura mineira, como monumentos, nomes de viadutos com nomes de escritores e outros. Agora, a cidade se alegra com uma homenagem bem humorada à “língua” mineira. O Aeroporto Internacional de Confins (Tancredo Neves) agora conta com um dicionário do vocabulário regional de Minas.

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  1. Quando a ideia de um “minidicionário da língua belo-horizontina” apareceu, gostei e me manifestei. Falei com Janete (da Comunicação da BH Airport) e ela me convidou para, de alguma maneira, participar daquilo. Aceitei e sugeri que montássemos (para o lançamento) um show/palestra comigo e com o meu amigo Pasquale Cipro Neto, autoridade em matéria de dicionários e língua portuguesa. Sugeri que o lançamento, com o tal show/palestra se desse na Academia Mineira de Letras – em BH. E assim foi. Para a ocasião, além dos meus/nossos barbarismos de estranha sintaxe de BH, eu compus GARRADO, para a ocasião, e levei ao palco um vídeo onde o compositor e guitarrista Affonsinho mostrava o que eu jamais conseguira fazer: compor algo com o mais mineiro/belo-horizontino “barbarismo”, o inacreditável e quase impossível de ser grafado “cêssas se esse onz passavas?”, que, um dia foi “Você sabe se esse ônibus passa na Savassi?”. A noite foi ótima. O Minidicionário é ótimo. A iniciativa da BH Airport é felicíssima.

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