O fim da Cosac Naif é um golpe na literatura de ficção e o reflexo da baixa qualidade da educação

Segundo Afonso Borges, o fim da Cosac Naify reflete o estado de coisas no Brasil na área da Educação. Vejam: a editora não quebrou, não foi comprada. Ela fechou as portas porque as pessoas pararam de comprar seus excelentes títulos, escritos por autores de qualidade. E mais: o fim da Cosac é um golpe duríssimo na ficção brasileira e mundial. Vejam o exemplo: o novato Estevão Azevedo acaba de ganhar o Prêmio SP de Literatura, com “Tempo de Espalhar Pedras”. Ouçam o comentário, teclando na barra abaixo:

Rodapé_MondoLivro - Boletim literário na Rádio CBN

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